Ou seja, se o braço mecânico não consegue coletar uma peça em cima de uma mesa, por exemplo, o robô percebe o problema e chama um humano para dar uma forcinha.(clique aqui).
Sim, agora os robôs já podem pedir ajuda para pessoas quando não são capazes de realizar determinadas atividades. Eles calculam as chances de terminar o procedimento e, quando elas são muito baixas, perguntam em voz alta se alguém está disposto a fazer uma boa ação.
Assim, além de incorporar um sistema que consegue identificar erros e incompatibilidades com as capacidades do robô, o Massachusetts Institute of Technology — MIT — ainda “ensinou” os robôs a pedir ajuda falando em inglês. Como você confere no vídeo, não se trata exatamente de máquinas completamente capazes de se comunicar por voz, mas com isso elas se tornaram muito mais amigáveis para as pessoas que se dispuseram a testar os equipamentos.
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